Cobertura Miss Brasil Gay
Happy Halloween
A história desta data comemorativa tem mais de 2500 anos. Surgiu entre o povo celta, que acreditavam que no último dia do verão (31 de outubro), os espíritos saiam dos cemitérios para tomar posse dos corpos dos vivos. Para assustar estes fantasmas, os celtas colocavam, nas casas, objetos assustadores como, por exemplo, caveiras, ossos decorados, abóboras enfeitadas entre outros.
Por ser uma festa pagã foi condenada na Europa durante a Idade Média, quando passou a ser chamada de Dia das Bruxas. Aqueles que comemoravam esta data eram perseguidos e condenados à fogueira pela Inquisição
Com o objetivo de diminuir as influências pagãs na Europa Medieval, a Igreja cristianizou a festa, criando o Dia de Finados (2 de novembro).
Para entrar no clima, comidinhas assustadoras!
Fonte: suapesquisa.com
Imagens: Divulgação
O que a moda faz? Narrativas contemporâneas
O último dia do Simpósio trouxe Flávio Sabra, professor e coordenador do Curso Superior de Tecnologia e Produção do Vestuário do SENAI/CETIQT e Tarcisio D’Almeida, professor do Curso Design de Moda da EBA-UFMG e colunista de moda do Caderno Pandora do Jornal O Tempo.
Flávio iniciou com a palestra: “Porque compramos um novo produto têxtil?”. Na sociedade de consumo em que vivemos, inventamos motivos para comprar. Queremos justificar com pequenas desculpas as compras que não necessitávamos fazer. Flávio apresentou uma pesquisa mostrando que consumimos mais partes de cima do que de baixo. É importante que o mercado estude esses fatores na hora de produzir, para que possa, por exemplo, variar mais nas peças de cima, criando diferentes tipos de mangas, decotes, golas e estampas. O mercado deve escutar o seu cliente na hora de criar.
O palestrante chamou atenção para o fato de que, um designer precisa ter metodologia de projeto. Não é só o ato de criar, deve se pensar para quem está criando, e é importante ter conhecimento nas áreas de tecnologia têxtil e confecção. É preciso desenhar sabendo que aquela criação tem condições de sair do papel. Sem noções de modelagem e processo produtivo é quase impossível ser inserido no mercado de trabalho. Além disso, é necessário ter conhecimento sobre cultura, arte e história. Inspiração não vem do nada, é importante estar sempre atento ao que está acontecendo ao seu redor. O produto que você usa, que você compra ou que você quer comprar, foi pensando por alguém.
Fechando o simpósio, Tarcisio D”Almeida, focou no processo de criação na moda. Exemplos de grandes nomes como John Galliano, Alexander McQueen, e Íris Van Herpen mostraram trabalhos autorais, da alta-costura e do prêt-à-porter, com coleções conceituais,onde a criatividade reina. Fazer um bom trabalho na área de moda, seja ela qual for, requer grandes investimentos financeiros, porém o custo pode ser minimizado pela criatividade. Como exemplo, Tarcisio mostrou uma peça conceitual de Íris Van Herpen feita com pregadores de roupa.
Antigamente os grandes nomes da alta-costura eram chamados apenas de ‘costureiros’, com o ‘prêt-à-porter’ o termo passou para ‘estilista’, mas tarde para ‘designer’ e atualmente para ‘diretor criativo’. A criação é a busca pelo novo. Buscar o novo é um exercício continuo e cansativo de interpretar uma época. Quando você só faz o que o mercado pede, você empobrece seu trabalho e não desenvolve sua criatividade. Essa é a mensagem que Tarcisio deixou para quem trabalha ou deseja trabalhar no mercado de moda.
Alexander McQueen
Iris Van Herpen
Gareth Pugh
João Pimenta (brasileiro)
Concluindo, todas as paletras do Simpósio deixaram claro que moda é muito mais do que 'só roupa'!
Agradecimentos aos palestrantes e à mediadora da mesa professora Patrícia Moreno.
Comunicação e Moda
A relação entre comunicação e moda foi tema do 2º dia do Simpósio de Moda. Marcos Villas Boas, diretor de arte e sócio da República Comunicação JF, iniciou a discussão através do marketing, afirmando que diante de tantas opções, não compramos um produto só por ele em si, compramos o valor agregado a ele, compramos o conjunto, a marca. E é disso que um produto precisa para ser notado dentre os concorrentes: valor agregado, que pode ser passado através de uma boa comunicação. As legítimas serviram de exemplo para Marcos. Sim, só de escutar “As legítimas” já sabemos que se trata das Havaianas, empresa brasileira, fabricante de chinelos de borracha, bem sucedida no mercado nacional e internacional, que, após um reposicionamento, deixou de ser o chinelo de pedreiro para calçar até celebridades. Se antes tínhamos vergonha de usar Havaianas em lugares públicos, hoje em dia ela não só saiu de casa como vai até para a balada. Com o surgimento da concorrente Rider, as Havaianas tiveram que usar uma boa comunicação e aplicar a essência da moda à marca, com a criação de coleção outono-inverno e primavera-verão, criação de novos modelos, mais cores e estampas, e comerciais com celebridades e diálogos criativos. Com isso a Rider ficou para trás.
O empresário Rômulo Veiga introduziu a linguagem do cinema a essa relação comunicação e moda, analisando o filme francês “O Fabuloso Destino de Amelie Poulain” e o brasileiro “À deriva”, através do figurino. Ambos os filmes não esclarecem o momento histórico. O figurino é quem dá a resposta, que mesmo assim não é tão clara, não por incompetência do figurinista, e sim pelo próprio objetivo do filme, de não deixar evidente a época. No filme de Amelie Poulain, há uma intenção de criar um cenário de uma Paris romântica, que na verdade, não existe. Mas é a visão que nós, estrangeiros, temos de Paris e da França. Tanto que o filme é adorado por estrangeiros e odiado pelos franceses. Como no filme “Rio” que une carnaval, futebol, ‘bunda’, favela e malandro. É a visão que o gringo tem do Brasil. O que Rômulo conclui é que, para trabalhar com figurino é importante ser fiel ao roteiro, ao momento histórico, as características das personagens e ao objetivo do filme, deixando de lado questões de tendência e beleza.
Fechando a palestra, o professor e mediador da mesa Frederico Simão trouxe a epistemologia dos campos comunicação e moda, evidenciando a questão da imagem dentro da comunicação. Antigamente as propagadas eram mais textos e menos imagem. Hoje acontece o contrário, uma imagem pode falar mais do que mil palavras. Nesse período de super-comunicação que vivemos, ingerimos imagens o tempo inteiro, todas elas passando alguma mensagem, podemos lembrar ou não dessas mensagens, por um breve momento, as introduzimos, e , por um instante, elas estimulam a nossa imaginação, ou seja, a imagem publicitária pertence ao momento.
É preciso agregar valor à imagem para que ela se destaque. A função do photoshop é tornar uma imagem mais atrativa. Fomos ‘bombardeados’ por imagens de ‘antes’ e ‘depois’ do processo de photoshop. É gritante a diferença entre elas, porém as imagens de ‘depois’ são as que queremos ver : uma pele perfeita, sorriso perfeito, cores saltando. Apesar de sabermos que tudo isso não é real, são essas imagens ‘construídas’ que alimentam nossos sonhos.
Concluindo, não existe moda sem comunicação. O trabalho não termina quando o produto está pronto. É preciso 'vender o peixe'!
Agradecimento aos palestrantes.
A importância da vitrine
De que adianta criar o melhor produto, se o mesmo passar despercebido pelo consumidor? Não há comércio que sobreviva sem comunicação. Mas o que fazer para atrair o cliente? Como se destacar em um meio extremamente competitivo?
Público e produto são complementares, e é o produto que deve buscar pelo seu consumidor. A vitrine é uma grande ferramenta de comunicação e vendas. Ela pode tanto ajudar quanto atrapalhar. Portanto, em primeiro lugar, é preciso ter em mente que vitrine não é gasto e sim investimento.
Não necessariamente o produto em si irá atrair o cliente. A vitrine deve contar uma história, passar uma mensagem, despertar curiosidade. Deve ser um questionamento e uma responsta imediata ao consumidor. As decisões de compra baseiam-se principalmente em emoções humanas. Portanto uma vitrine bem trabalhada atinge o consumidor e se transforma em lucro para a marca.
Para acertar na vitrine é preciso conhecer bem o perfil do consumidor, saber o que ele busca, o que ele valoriza. Em qualquer ocasião, tema da coleção, produtos destacados, complementos e decoração devem estar unidos de forma harmônica. Criatividade dentro do bom senso é fundamental. Limpeza e acabamentos impecáveis são indispensáveis.
Somos guiados pelos nossos sentimentos, por isso é ideal que a vitrine ofereça experiências sensoriais ao cliente, apesar da visão ser responsável por 83% do que aprendemos, sons, cheiros e toque influenciam diretamente na decisão de compra. O olfato estimula sensações, inconscientemente, podendo trazer boas lembranças ao consumidor.
Fonte: Mundo do marketing
Fotos: Divulgação
Trajes, cores e luxo no Miss Brasil Gay!
Por: Aurelivea Cardoso e Isabela Magalhães
Mais que um evento de grandes proporções, o Miss Brasil Gay é um espetáculo onde o público tem a oportunidade de fugir da realidade cotidiana e por algumas horas penetrar em um mundo colorido, alegre, surreal e livre de preconceitos.
Fotos: Aurelivia Cardoso
Relato de uma conversa com Thraxx Wiz.
Por: Leandra Cunha
“Tive a oportunidade de bater um papo super descontraído e sem pressa com uma das principais atrações do Miss Brasil Gay, a doll drag queen Thraxx Wiz que veio da Suíça especialmente para participar da banca de jurados do concurso e fazer aparições surpresas durante o evento.
Curso Design de Moda CES/JF no Miss Brasil Gay
Além do Projeto "Arte do Figurino", parceria entre o curso de Design de Moda do CES/JF e a coordenação do Miss Brasil Gay, ainda tivemos mais duas participações no evento: o aluno Cleber Oliveira e a professora Carolina Ragone. Ambos estiveram presentes no corpo de jurados. Cleber foi representando a empresa "Studio Kempton Vianna", onde atua como produtor e, Carol, representando sua marca "Ateliê Carolina Ragone".
Estamos muito felizes com a participação efetiva de nosso curso no evento, que certamente colheu grandes frutos. Teremos agora um retorno de Cleber e Carol, que poderão compartilhar um pouco sobre essa experiência, não só de expectadores, mas principalmente com o compromisso de analisar e julgar os trajes exibidos na passarela.
Parabéns a todos! Mais uma vez estamos reafirmando nosso compromisso de gerar oportunidades ao participarmos dos eventos culturais, quando os aspectos da moda e do fazer moda possam ser instigados e investigados em toda a sua potência criativa e factual.
Espetáculos no Miss Brasil Gay
Por: Leandra Cunha
A noite do Miss Brasil Gay foi abrilhantada com várias apresentações performáticas. Léo Áquila e seus bailarinos deram um show no palco com uma performance radiante transformando uma boneca idosa, representando uma senhora de bengala com roupa preta, em uma mulher de vestido com babados vermelhos, uma verdadeira pin-up!
Revisão: Larissa Almada
Imprevistos de Backstage com Miss Goiás Gay!
Por: Leandra Cunha
Raika Bittencourt, Miss Brasil Gay 2011: Riquesa em forma de traje!
Mineira, de Bias Fortes, a Miss Piauí Gay Raika Bittencourt, foi eleita Miss Brasil Gay 2011. Mesmo com sua baixa estatura de 1.64, entre gigantes, a Miss foi quem brilhou no evento, que, além da coroa e da faixa, recebeu o prêmio de melhor traje típico e vestido de gala.
Foto: Zine Cultural































.jpg)

Equipe de Moda CES/JF:
















